domingo, 20 de maio de 2012
Sorrir no começo do dia
Em um dia nublado e sem vida
Nada foge do comum.
Os olhos perderam a vida,
Não distinguem cor algum.
Mais um dia,
Que não parece dia.
Vidas tristes e rotineiras
Passando por lugares tão comuns.
Mas algo de diferente acontece,
O que não era planejado ou imaginado,
Não estava na rotina
Era algo incomum.
Um simples sorriso apareceu a todos
Por uma música ao fundo.
Como se as coisas voltassem ter vida
Com cores fora do comum.
Uns comentavam com os outros,
Riam e se divertiam.
A felicidade havia adentrado a todos
O dia não mais se escurecia.
Paz e tranquilidade nas pessoas,
Alegria para viver.
Talvez um simples gesto
É o que faltava para viver.
Sem ofensas e grosseiras
Nem violência e ódio.
Sem medo e sem desesperança
O fato que os marcavam.
Um simples som é o que faltava,
Sim, simples música para os alegrar.
Talvez o trabalho realmente renderia
Por um simples sorrir no começo do dia.
Como é bom sorrir e se alegrar,
É tão bom que nos faz descançar.
Precisamos desta surpresa diariamente
Para que todo o dia seja mais que diferente.
Inspiração vinda deste vídeo: http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=gww9_S4PNV0
sábado, 12 de maio de 2012
Só As Mães São Felizes
Por que só as mães são felizes
Se elas são repletas de cicatrizes?
Se nunca são ouvidas
E nem consultadas?
Por que carregam no rosto um sorriso intenso,
Se seus filhos só merecem um eterno lamento?
Por que correm atrás tanto de nós
Se já falamos mil vezes que queremos ficar a sós?
Por que vivem falando que tudo vai dar errado,
Se esse papo já deu, já foi dado esse recado!
Por que elas só nos dizem NÂO?
E vivem dizendo que é para nossa proteção?
Porque talvez sejam cicatrizes boas,
Como as marquinhas dos seus sorrisos à toa.
Talvez porque o amor materno está à cima de tudo
Extrapolam os limites do teto e do mundo.
Amor que as faz ir até aonde não podem chegar
Lugares que mulher nenhuma gostaria de pisar.
Um lugar que ela não gostaria de estar
Está ali por sua causa, para te ajudar.
Se nos avisam é para nos proteger
São anjos barrocos que guiam você.
Mas, você é um cego, surdo e bobo.
A única coisa que
queres é um bolo.
E se dizem NÃO é para que possamos aprender.
Aprender que a vida não é fácil de viver.
Que algumas coisas você não vai ter,
E tantas outras, você vai ter que merecer.
Só as mães são felizes porque têm um poder
O de gerar outra vida às vezes até sem querer.
São os seres mais fortes que Deus já criou
Ou será que foi ao contrario que nossa história começou?
Mãe, você é o primeiro anjo que conheci.
Quando abri os olhos e vi, você já estava ali.
Mãe, serei sempre seu companheiro.
Mas, por enquanto, me empresta um dinheiro?
PS: Um Feliz Dia das Mães para todas as mães!
PS: Um Feliz Dia das Mães para todas as mães!
sexta-feira, 4 de maio de 2012
No fundo do Baú
No fundo do baú,
Que estava no fundo do poço,
Que estava no fundo da casa,
Que estava no fundo da rua,
Que estava no fundo da cidade,
No fundo do mundo e universo.
Mundo, mundo, fundo mundo.
Quão fundo é o bauzão.
E nessas tantas coisas existentes no fundo do baú
Há uma coisa que não se revela
Algo que pode ser tanto claro quanto escuro
Pode ser feio ou bonito, algo mutável.
E na mais profunda solidão
Eis que tenho o baú na mão
O baú que me nego a abri
O baú que tenho que fechar
O que tem La é um grande mistério
Que vive a me atormentar,
Será a minha foto de adultério,
Ou meu carrinho de brincar?
O que tem nesse baú?
Cadê a chave do baú?
De quem é esse baú?
Ronaldo
Escrito por: Aline Oliva, Caio
Brito, David Santana, Douglas Oliveira, Gabrielle Nardi, Gustavo Ribeiro, Júlio
Santos e Mateus Popolizio.
Todos Meus Eus nas Sombras
Eu bem queria continuar ali
Mas o destino quis me controlar
E depois que parti
Não voltei mais.
O meu eu não me responde
E o outro fica atrás
Procuro o que estava escondido
Então não desonre meu nome!
Eu estou perdido
Eu não me acho
Onde estou?
Quem sou eu?
Enquanto longe de casa
Ferido e com frio
O inimigo você espera
Ele estará dentro de casa
Inventando novos jogos de guerra
A luz que reflete a sombra
Mostra a tristeza do meu olhar
Da minha face que estou a ocultar
E enquanto eu vago nessa rua sem fim
Penso que não temos mais o tempo que passou
Mas temos muito tempo, temos todo o tempo do mundo.
Escrito por: Aline Oliva, Caio
Brito, David Santana, Douglas Oliveira, Gabrielle Nardi, Gustavo Ribeiro, Júlio
Santos e Mateus Popolizio.
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